Tiê-sangue

Tiê-sangue (Ramphocelus bresilius) também conhecido como sangue-de-boi, canário-baeta e tiê-fogo é a ave símbolo da Mata Atlântica. Reconhecido pela beleza da plumagem vermelha, característica única dos machos, adquirida após o segundo ano de vida. Pesa cerca de 30 gramas e mede 19 centímetros de comprimento e só é encontrando no Brasil. Na foto um macho se preparando para abocanhar o gafanhoto.

Cajuí

O Cajuí (Anacardium humile), também conhecido como cajuzinho-do-cerrado e cajuzinho-do-campo é uma espécie nativa do cerrado brasileiro, pequena e pertence à mesma família do caju, ocorrendo em vários locais do Brasil. Uma curiosidade é que não é uma fruta, mas um pseudofruto, já que na verdade o fruto é a estrutura que costumamos chamar de castanha… a parte comestível colorida e suculenta são formadas por diferentes partes de uma ou mais flores.

Urubu-rei

Urubu-rei (Sarcoramphus papa), também conhecido como urubu-real, urubutinga, corvo-branco, entre outros. Vive aproximadamente 30 anos e é encontrado em toda América Latina até o México. É o mais colorido entre as cinco espécies de urubus que vivem no Brasil e possui poucos predadores naturais, mas, devido à baixa reprodutividade é uma espécie cada vez mais rara de se observar.

O rabo-branco-acanelado

 O rabo-branco-acanelado (Phaethornis pretrei) é uma das maiores espécies de beija-flores brasileira, medindo cerca de 15 centímetros. Conhecido como limpa-casa, beija-flor-de-rabo-branco e rabo-branco-de-sobre-amarelo, pode ser encontrado no Brasil, Argentina, Bolívia e Paraguai. Sua alimentação é de carboidratos, principalmente do néctar das flores, mas também come pequenos insetos. Uma das suas marcas é conhecida na época do acasalamento, que vai de agosto a novembro. Para chamar a atenção das fêmeas o macho abre o bico e exibe a boca, a língua e a mandíbula, partes que têm um colorido vivo que chama a atenção, além de exibir a cauda aberta que forma um grande e bonito leque.

Socozinho

Socozinho (Butorides striata), também conhecido como Socó Estudante, Socoí, Socó Mijão e Socó Tripa. Mede de 35 a 45 cm de comprimento e está presente em todos os estados brasileiros, assim como nas Américas, África, sul e sudeste da Ásia, Oceania e norte e leste da Austrália. Se alimenta principalmente de peixes, insetos aquáticos, crustáceos, moluscos, anfíbios e répteis. Uma curiosidade é que adota algumas táticas de caça, como usar iscas para atrair peixes (pedaços de pão dados por visitantes em parques ou pequenos insetos) ou se manter próximos a outros animais a fim de capturar os peixes espantados por estes enquanto caçam.

Arraia Negra

Arraia negra (Potamotrygon leopoldi), também conhecida como Arraia Xingu e Arraia Leopoldi. É uma espécie só encontrada no Brasil, especificamente na Bacia do rio Xingu, local que lhe rendeu seu nome. Mede entre 40 e 60 centímetros quando adulta e chega a viver até 15 anos. São peixes carnívoros que se alimentam de qualquer outro peixe ou invertebrados que consiga engolir. Está ameaçada por perda de habitat e pelo tráfico de animais para o aquarismo já que são animais raros e caros.

Mariquita

A Mariquita ou Maria-boba (Heliconius ethilla narcaea) é uma borboleta que geralmente voa baixo, vive em florestas, clareiras, parques de cidade e jardins e são encontradas no Brasil e no Paraguai. Se alimentam de néctar das flores e são evitadas por boa parte dos predadores porque se alimentam de uma substância tóxica que acaba sendo transferida para seu organismo.

Beija-flor-de-fronte-violeta

Beija-flor-de-fronte-violeta (Thalurania glaucopis) também conhecido como beija-flor-de-testa-roxa, beija-flor-verde, picaflor-corona-azul, entre outros. Mede cerca de 11 centímetros, tem a plumagem verde-brilhante e um violeta na cabeça. Não chama atenção apenas pela beleza, mas também pela fama de agressivo quando outra espécie se aproxima da sua fonte de alimento. Ocorre da Bahia até o Rio Grande do Sul e também é encontrado no Uruguai, Paraguai e Argentina. Tem como curiosidade tomar banho com regularidade, inclusive em dias chuvosos.